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Me sinto só, mas sei que não estou, pois levo você no pensamento. Meu medo se vai, recupero a fé... ♫
Sempre dizem que é pra frente que se anda, que quem vive de passado é museu, que figurinha repetida não completa álbum e que águas passadas não movem moinho. Mas como dizer isso quando na verdade ninguém sabe o que se espera, tudo muda e sim, as coisas podem voltar. Afinal, a vida é uma caixinha de surpresas. Não acredito no pra sempre, mas acredito no sentimento, acredito no perdão, acredito na volta, acredito que um dia tudo pode mudar ou voltar a ser como já foi há um tempo.
Nem tudo que já passou por nossa vida e hoje não está mais, tem que haver o significado ruim, afinal, nos crescemos e amadurecemos através desses acontecimentos, sentimentos etc. O passado não significa só as coisas ruins que vivemos, pelo contrário, nosso passado pode guardar diversas coisas magníficas que aconteceram conosco. As pessoas mudam, assim como você, a outra pessoa também muda, também pode aprender com os erros e amadurecer. A cada emoção que vivemos devemos estar certos de que vamos sair dela com muito mais aprendizado do que se parece.
Não sou de guardar rancor, não gosto disso. Pelo contrário, para mim as pessoas que um dia já foram importantes de alguma forma para você devem sempre estar por perto, ou pelo menos, não devem sumir para sempre. Mas isso quer dizer que devemos deixar que isso tudo volte para nossas vidas? É uma questão muito difícil, pois por mais que tudo se demostre diferente e melhor, por mais que você já não sinta mais aquela tristeza toda, por mais que você queira arriscar, aquela lembrança sempre volta a aparecer e atormentar. É inevitável. E o medo sempre vem junto com a lembrança, medo de tudo acontecer de novo, medo de ver tudo dar errado outra vez e se sentir culpada por que deixou tudo se repetir. Mas o medo é algo feito pra a gente passar por cima, devemos lutar pelo que queremos e tentar deixar o medo de lado.
A cada momento que vivemos, uma linha do livro que narra nossa vida é escrita, e cada página a mesma história continua, porém às vezes o elenco muda. Muitas vezes não é bom se prender ao passado, mas se acontecer não interprete como sinal de fraqueza ou como um retrocesso, afinal a cada virar de página encontrará novas linhas a serem escritas, que apesar de “novas” pertencem as páginas que contam a mesma história, a sua. O importante não é viver, o importante é viver bem. E não importam quantas linhas você gaste, quantas páginas você vire, e quantos parágrafos acabam se repedindo, desde que você cresça e amadureça a cada palavra. E não há tempo que volte, porque por mais que volte a mesma história será narrada diferente, algo vai mudar, pode ser pra melhor ou pra pior. Mas tudo muda, tudo troca de lugar.
Por Natalia Muglia
Vamos viver tudo que há pra viver, vamos nos permitir. ♫
Crescemos, amadurecemos, e por mais que digam que as pessoas não mudam o seu jeito de ser, nós mudamos.
É inevitável a mudança, imagina uma pessoa adulta com pensamento de criança?!
Pois muitas vezes é o que encontramos por aí, jovens com o pensamento infantil.
Mentes fracas, moldáveis, sujeitas a carregar consigo o molde feito por qualquer pessoa.
Nada mais fácil de fazer do que invadir a mente de uma pessoa assim.
São as mentes perigosas, capazes de tudo para criar aliados, que buscam as mentes fracas.
Temos que mudar para mostrar que nosso pensamento amadureceu.
Com essas mudanças, percebemos que a vida não é tão fácil assim, percebemos o certo e o errado.
Com essas mudanças, demostramos para as outras pessoas o quanto nós somos responsáveis.
Se não houver amadurecimento, qualquer um tomará conta do nosso pensamento.
A cada experiência e cada pessoa que passa pela nossa vida, querendo ou não, muda algo em nós.
Há sempre algo que fica, sempre um aprendizado diferente, tanto nas coisas boas, quanto nas coisas ruins.
Nós precisamos de experiências para aprender, precisamos de lutas para vencer.
Por mais que digamos que não valeu a pena, sempre vale a pena a mudança, o aprendizado.
Sou uma parte de tudo aquilo que encontrei no meu caminho.
Por Natalia Muglia
